Após a declaração do Governo do Distrito Federal (GDF) de que “não localizou” manifestações da Associação do Comércio Varejista dos Feirantes do Guará (Ascofeg), a liderança da entidade foi afastada da disputa pela representação da feira, levando Celina Leão (PP) e aliados a optarem por não assinar a carta-compromisso que solicita a revisão do processo de representação.
O documento em questão pede o reconhecimento da Ascofeg, a revisão dos atos administrativos e a segurança jurídica para os feirantes. Informações de bastidores indicam que a entidade questiona sua exclusão do processo, uma situação que favorece o grupo político da governadora, que, por sua vez, pretende manter um diálogo aberto com as partes envolvidas.
Em 3 de junho, a governadora sancionou a Lei nº 7.900/26, que reconhece a Feira do Guará como patrimônio cultural imaterial do DF, apesar de não ter aderido ao pedido de revisão da representação feito pelo GDF. Essa postura demonstra um compromisso com a cultural local, mesmo em face da controvérsia atual, sublinhando a busca por soluções que atendam ao interesse dos feirantes e à estabilidade da feira, enquanto se navega por um debate democrático e natural dentro do grupo.


