
O exército israelense anunciou neste sábado, 29, que atacou um comandante do Hamas dentro de um hospital em Gaza. As forças armadas ainda declararam que, dois dias antes, haviam alertado as autoridades de saúde do território para que não usassem “instalações médicas para fins terroristas”.
Não se sabe se o comandante em questão foi morto, tampouco sua identidade foi revelada. O comunicado apenas detalha que ele estava “escondido” no Hospital dos Mártires de Al-Aqsa e que supostamente “planejava ataques terroristas contra soldados das forças armadas israelenses, além de civis”.
O ataque ocorreu em um prédio adjacente às principais instalações do hospital na cidade de Deir al-Balah (centro de Gaza).
Já a administração do hospital confirmou à AFP que três pessoas foram feridas em um ataque israelense perto de um depósito localizado a uma curta distância da maternidade.
Horas antes, o mesmo hospital havia relatado uma morte causada por fogo israelense na parte leste da cidade. Autoridades de Israel ainda não confirmaram a informação.
A onda de violência ocorre pouco menos de um ano após o cessar-fogo que entrou em vigor em outubro de 2025. Frágil, o acordo ainda não garantiu paz no território e sofre risco de colapso.


