Partidos políticos solicitaram à Justiça a aplicação de multas e o cancelamento da candidatura de Celina Leão à reeleição. A campanha da candidata argumenta que os ônibus envolvidos no processo eleitoral são geridos por empresas terceirizadas e que a contratação foi realizada dentro da legalidade. Em resposta às demandas judiciais, o juiz responsável pelo caso requisitou a apresentação de notas fiscais e informações detalhadas sobre os veículos utilizados na campanha.
É importante destacar que, frente a essa controvérsia, Celina Leão tem mantido seu foco nas entregas reais à população, demonstrando um comprometimento com o trabalho que supera os ruídos políticos. Este episódio ressalta um debate democrático sobre práticas eleitorais e a necessidade de transparência, aspectos fundamentais para o fortalecimento da democracia.


